sábado, 20 de maio de 2017

Resenha: Os Crimes ABC - Agatha Christie

Oi Oi Lunatic's! Tudo bem por aqui?
Que saudade do meu cantinho, de trazer uma resenha quentinha pra vocês (e hoje além de resenha, tem novidade no final)... A saudade surgiu, o tempo apareceu, o livro foi lido e cá estou eu trazendo a minha opinião sobre o livro "Os Crimes ABC" de ninguém menos que Agatha Christie, a rainha do crime, como é conhecida. Vamos Lá...

* Informações:
- Titulo Original: The ABC Murders
- Autor: Agatha Christie
- Editora: L&PM Pocket
- Literatura: Estrangeira/Romance Policial
- Páginas/Folhas:248/Brancas
- Lido Em: Fevereiro de 2017
* Sinopse: Já aposentado, Hercule Poirot aceita o desafio de desvendar um assassinato cometido por um criminoso que se anuncia com cartas anônimas cheias de menosprezo. O assassino deixa junto de suas vítimas um guia ferroviário. Talvez seja um maníaco por estradas de ferro. Poirot persegue de pista em pista, de letra em letra, o rastro sempre alfabético do inimigo.


* Minhas Impressões
- Trama e Narração:
  A narrativa acontece ao redor do detetive já aposentado Hercule Poirot, seu amigo Hastings e um serial killer solto em Londres; o serial killer mata as suas vitimas seguindo uma ordem alfabética e em toda cena deixa somente uma pista sem sentido, um guia ferroviário, e o mais desconcertante... Ele desafia o detetive Hercule Poirot com cartas anônimas sempre anunciando onde irá acontecer o assassinato, colocando em risco o nome de Poirot. Pronto! Aí temos a nossa base para toda a história.
Parte da narrativa é feita em primeira pessoa pela visão do capitão Hastings, parte pela visão do serial killer, isso torna a leitura interessante, mas não foi suficiente para prender a minha atenção; achei os 15 primeiros capítulos bem chatos e arrastados, mas aos poucos a narração vai ganhando gosto.

- Personagens:
  Uma das coisas que mais gostei no livro foi a criação e a teia de relação montada por todos os personagens, pois não há um personagem mais importante que o outro, todos são importantes e todos relacionam entre si. A construção de todos os personagens é muito bem feita e a interação entre eles também, praticamente todos os personagens tem uma personalidade interessante, e enquanto todos acreditam ter finalmente agarrado o serial killer, apenas Poirot segue na direção contrária.

                               " Em meio a morte, estamos na vida, Hastings... "
                                                                                                                              - Pág. 138

- Design:
  O livro é uma edição pocket, com 248 páginas, e apesar de ser pocket tem uma qualidade muito boa, a capa é de um material resistente e bem trabalhada (sim sou apaixonada por essa capa), as páginas são brancas e o tamanho da letra faz com que a leitura seja agradável aos olhos. Por tanto não se enganem por ser pocket.

- Pontos Positivos e Negativos:
  O livro é sim muito bom, mas é preciso um pouco de paciência para chegar a parte realmente boa; a escrita da Agatha é ótima, leve e clara; é uma leitura boa e rápida, ideal para um fim de semana. Apesar disso concluo que a melhor nota para o livro é um 3,5 não que o livro não seja bom, mas ele não é bom o suficiente para ser considerado ótimo.

Agora contem-me vocês já leram alguma obra de Agatha Christie? 
Espero que tenham gostado da minha resenha, e como prometido a novidade é que finalmente farei o lançamento do Canal do Blog ( *----* ), portanto fiquem atentos, pois durante essa semana será lançado o primeiro vídeo! E claro que se quiserem já podem deixar dicas de videos que gostariam de ver, o que gostariam de saber sobre mim e etc, dicas e criticas sempre serão aceitas =)

Beijos da Luna!


quinta-feira, 11 de maio de 2017

...

Antes de ler, aperte o play!

Teresina, 11 de Maio de 2017

  Cá estou eu, mais uma noite ouvindo músicas doces, vestida na camisa que tu esquecestes na minha gaveta e relembrando todos os nossos momentos... Foram tantos... Tantas brigas, tantos desencontros, tantas discordâncias, tantos sorrisos, tantos abraços, tantos "Eu te amo" em alto e bom som/sussurrados/digitados, tantos "tantos" que seria demais se eu fosse tudo citar. Sabe, eu nunca quis compartilhar minha cama com ninguém, tão pouco minha vida, até você surgir...

  Então Leticia porque me escrever? Não é a Luna que te escreve meu amor, é a Leticia, porque a Luna é somente uma parte de mim, e eu não saberia escrever esta carta se não fosse completa. Eu já te dediquei muitas palavras, muitos textos e declarações, então nem sei se estas letras serão diferentes das tantas outras vezes que te escrevi nas entrelinhas. Você lembra do poema que tomei a liberdade de te dar? Duvido, lembro que pegastes o livro nas mãos folheastes as páginas, leu muito superficialmente, Carlos Drummond de Andrade. Lembra das tantas músicas dedicadas? Nem eu lembro todas, mas nos resumo a Ed Sheeran. De toda forma, meu amor, apenas te escrevo na tentativa de com letras te gravar aos poucos na minha alma, na tentativa vã de afugentar a saudade que invade nas madrugadas onde minha mão tenta alcançar-te ao meu lado e não te encontro... Não porque não estás comigo, porque comigo tu estas o tempo todo no coração, mas pela escolha que fizemos de nos dedicarmos a um propósito maior que nos espera.

  Não é fácil meu amor sentir tua saudade, e não falo de qualquer saudade, porque por mais que estejamos somente a um quarto de distancia a saudade existe, falo dessa saudade de algo que ainda não temos, mas que pretendemos ter, a saudade do casamento. Alguns meses atrás eu disse a mim mesma que não mais sonharia com um casamento ao olhar pra ti, que não tocaria mais no assunto e que tão pouco faria planos; bom eu tentei, continuo tentando na verdade, mas é impossível não te olhar e não sonhar com um casamento, e eu não poderia... Não poderia não sonhar em casar contigo quando você me trata tão bem, sim as vezes você é ignorante e grosso, mas quem não é? Não poderia não sonhar em casar contigo, quando cuidas tão bem de mim, mesmo tantas vezes eu não seguindo o teu conselho e quase sempre pagando um preço alto por isso. Não poderia não sonhar em casar contigo, quando não consigo nem sequer imaginar minha vida sem você, mesmo sabendo que haveria uma vida sem você, mas simplesmente prefiro pensar nesta vida ao seu lado.

  Hoje nós não fazemos aniversário de namoro, não é data especial, nada disso, mas quem disse que existe data especial para escrever a quem amamos? Não há. As palavras queriam ser escritas, e eu queria consolar a minha saudade, juntamos as duas coisas em uma só e deu isso, mais um monte de letras sem sentido. A verdade Carlos Danilo é que não importa quantas palavras eu procure para te escrever, nenhuma será suficiente para dizer o tamanho do meu sentimento por você. E eu sei que você sabe disso, mas mesmo assim continuo tentando, porque sei que você lê todos os meus textos... Obrigada por ser esse namorado/noivo tão especial que você é, mesmo não gostando do meu blog, dos meus livros e dos meus defeitos, aceita e esta é sem dúvidas uma das maneiras mais lindas que você tem de dizer que me ama do jeitinho que sou. I Promise, I will be better! I love you, my everything! (E sim eu sei que você odeia quando eu falo inglês, e já estou sorrindo)...

Eu amo você meu grandão!
Da sua pequena Leticia!

quinta-feira, 30 de março de 2017

Monólogo:


Em alguns dias eu estarei ficando mais velha, apesar de que envelhecemos um pouco mais todos os dias, mas é dentro de alguns dias que estarei completando mais um ciclo de vida, mais um ano e consequentemente 20 décadas e 3 anos. Não está sendo fácil chegar nessa data, a maioria das pessoas tem suas crises quando se aproxima dos 30 anos, mas não eu. Por razões bestas, infelizmente a minha crise se faz agora.

Olho para o amanhã com poucas perspectivas, poucas expectativas e poucas certezas, mas quem diria singelo leitor que a vida é isso, pouca. 6 anos atrás eu havia criado um mundo próprio para os meus 23 anos, porém eu não havia me preparado emocionalmente para a não realização dessa criação. Crescemos sempre cercados de expectativas e um mundo ilusório sobre as nossas costas, porém ninguém nos prepara para a realidade, e a realidade meus caros é dura e com poucas nuances de cor. A verdade é que poucas pessoas chegam a idade de 23 anos realmente fazendo o que sonham, formados na profissão que sonham (isto é, se chegarem formados) e com os bens materiais que acreditaram ser possíveis conquistar sozinhos aos 23 anos, pois é, não é assim.

Eu tenho muito do que sonhei conquistar com essa idade... Tenho um amor, tenho uma família maravilhosa, estou de fato fazendo o curso dos meus sonhos, porém as outras facetas me entristecem e me fazem me trancar no meu mundo, afetando sem querer aqueles que me cercam. Não estar formada, faz-me acreditar que de alguma forma fui negligente em algum ponto do caminho; os bens materiais que me faltam hoje percebo que são coisas difíceis de ser conquistadas, ainda mais se você é filha de agricultores; o sonho de ser uma grande escritora não fica atrás, com dois livros incompletos e uma jornada difícil de publicação, ser grande em um país onde o dinheiro manda é complicadíssimo.

Mas apesar de tudo isto eu agradeço pelos dois último anos, pois foi onde aprendi a sonhar com coisas palpáveis e que posso alcançar sem desistir dos outros sonhos. Agradeço imensamente pelo meu noivo, que acredito ter sido enviado por Deus para aumentar a minha vida e me fazer crescer como pessoa; meu amor sei que não sou fácil de conviver, que tenho altos e baixos e que muitas vezes me excedo nas coisas, mas nunca esqueça que o sentimento que tenho por você é verdadeiro e sincero e que isto me torna todos os dias uma pessoa melhor e mais capaz de ir em frente. Agradeço por meus pais e minha irmã que nessa jornada me fizeram entender o significado da palavra família, família essa que me baseio para um dia criar a minha, vocês são meu espelho de futuro e acima de tudo de caráter. Agradeço por ter encontrado uma segunda família nos amigos, amigos que me acolheram e ajudaram quando precisei, que me ensinaram (e estão ensinando) sobre a grandiosidade de Deus e da fé, fé uma palavra tão pequena que não demonstra a sua grandeza. E agradeço não por último, mas sempre em primeiro lugar, a Deus por ter se mostrado para mim, por ter me retirado de um mundo de incredulidade e ter mostrado a sua grandeza; tantas vezes chorei sozinha, mas sei e entendo que teus planos para mim são bem maiores e melhores do que todos os planos que criei, aos poucos eu aprendo o dom da paciência e espero todos os dias em Ti.


Nessa transição de 22 aos 23 cresci mais do que acreditei ser possível crescer, chorei muito, sofri algumas vezes, mas a maior e mais bela lição que aprendi a guardar comigo é que o amor de Deus para com a humanidade é infinito, que nada pode ser comparado a este grande amor e que se nós soubéssemos amar somente metade do amor de Deus seriamos pessoas melhores e o mundo não estaria nessa confusão. Derramei muitas lágrimas aos escrever esse texto, há dias essas palavras estavam maltratando para me deixar e virarem papel, fiz vários esboços e nem um deles me mostrou  que esse texto se tornaria uma pequena oração, mas agora me sinto leve, de alma lavada e limpa e de fato pronta para começar mais um ciclo.


domingo, 26 de março de 2017

Filme: Resenha - A Bela e a Fera (Beauty And The Beast)



Oi Oi Lunatic's! Tudo bem por aqui? Esta pessoa que vos escreve anda muito ausente, eu sei, mas por motivos maiores e motivos bons eu tive que me dá esse período de restabelecimento e direcionamento, afinal a vida agora anda muito corrida, porém estou amando! Porém hoje venho dá uma noticia muito boa a todos, estou de volta e tenho muitas postagens prontas e outras tantas em mente para felicidade geral desse cantinho. Sem muita conversa vamos ao que nos interessa, a resenha do filme "A Bela e a Fera"

Informações:
Titulo Original: Beauty and the Beast
Direção: Bill Condon
Gênero: Romance
Duração: 129 min
Distribuidora: Walt Disney
Orçamento: US$ 160 milhões
Estreia: 16 de Março de 2017

Sinopse:
Conta a fantástica jornada de Bela (Emma Watson), uma jovem bela e brilhante que se torna prisioneira de uma fera malvada (Dan Stevens) em seu castelo. Apesar da situação, Bela torna-se amiga dos habitantes do castelo encantado e aprende a ver além do exterior da Fera e descobre o coração e a alma de um Príncipe.


Opinião:
Essa história da Disney já é conhecida de todos, afinal é um clássico, e desde a infância sempre foi uma das minhas histórias preferidas, então assistir ao Live-action da animação foi pura nostalgia e amor, sim amor, não há outra palavra que eu encontre para definir, amor na companhia do filme (meu noivo, minha irmã e meu cunhado), amor depois que saímos do filme e amor que ficou pela semana inteira, sim o filme perdurou a magia em mim durante toda a semana. Sempre disse que é muito complicado resenhar algo que se gosta tanto, tentarei ser imparcial, tentarei apontar falhas e erros, porém deixo claro que a emoção que senti vendo o filme suplantou qualquer ponto negativo. 


Antes de fazer minhas resenhas, eu gosto de conferir as resenhas dos especialistas, e infelizmente a grande maioria dos especialistas foram cruéis com a critica feita ao  filme. Então quem já andou lendo as resenhas dos experts por ai e se desanimou de ver o filme, por favor assistam pois é um filme ótimo (para não dizer maravilhoso). Como na animação o filme começa mostrando o príncipe nada humilde sendo amaldiçoado por uma feiticeira, logo após a abertura, o filme nos leva ao vilarejo onde nos mostra a adorável Bela e sua característica nada condizente com a época, ela é leitora (alguém se identifica? *---*) e não tem interesse nenhum no galã do vilarejo o famoso Gaston, e todo o resto vocês já sabem.


O live-action manteve todas as características do cenário da animação, eu disse todas sem exceção de uma; fazendo com que desde o inicio do filme provemos a maravilhosa sensação de nostalgia. A caracterização dos personagens também está incrível, fiel e digna de concorrer ao Oscar; os efeitos especiais também estão muito bem feitos e trabalhado, os objetos inanimados são incríveis e de uma realidade sem tamanho. Emma Watson está encantadora como Bela, faz uma ótima atuação, apesar de em alguns poucos momentos demonstrar pouca emoção. Destaco aqui a atuação Josh Gad como LeFou, e teoricamente o primeiro personagem gay do universo Disney, porém devo ressaltar que o personagem não foi alterado, apenas ficou mais claro o que ele era, pois mesmo no clássico de 1991 a característica homossexual já existia. Destaco também a atuação de Luke Evans como vilão Gaston, e não critico a atuação de Dan Stevens quando humano, afinal a história em si explora muito pouco o Príncipe, pois o destaque é a Fera e como Fera a atuação foi muito boa.


O filme que nos traz uma mensagem antiga porém sempre atual de que devemos enxergar além da superfície, inova na atuação porém sem alterar nada em sua história. As músicas continuam originais, apesar de algumas terem sofrido pequenas alterações, porém com a mesma emoção e beleza.


Finalizo minha resenha com uma palavra que usei demais durante a mesma, o filme é simplesmente incrível, as emoções são palpáveis e a beleza do filme é de encher os olhos, sai da sala do cinema maravilhada e com a certeza de que de todos os live-actions da Disney que assisti (faltando somente Mogli) este é sem dúvidas o mais belo e o melhor. Podem assistir sem medo, mas preparem-se para as emoções, pois acreditem, elas irão aparecer.

É isso por hoje Luncatic's, desejo uma ótima semana a todos cheia de bençãos e muita luz,
Beijos da Lua!

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